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sexta-feira, 30 de março de 2012

Não há cena mais linda para um Corno

Chegar em casa e ver a esposa de quatro gozando no pau de outro, é o sonho de qualquer corno!



A Domadora ficaria infinitamente mais linda nessa cena!

quinta-feira, 29 de março de 2012

Corno, ela nunca mais será a mesma

É corno, ela nunca mais será a mesma depois disso!



Confesse: É tudo que você sempre quis ver, e é por isso que você é tão feliz!

quarta-feira, 28 de março de 2012

domingo, 27 de novembro de 2011

Esposa sendo FODIDA por SEGURANÇA DO HOTEL

Esposa loira transando com segurança do hotel nos corredores, detalhe que no final quase são flagrados por outros hospedes:
Esposa desenibida, safada, oferecida e muuuito exibicionista é tudo de bom!

sábado, 26 de novembro de 2011

Esposa loira MUITO BEM FODIDA por um negro

Uma bela esposa, safada, loira e no cio, com um amante negro, que todos saber nós cornos mansos sabemos que elas adoram.


domingo, 20 de novembro de 2011

Filme perfeito: COMEDOR BEM DOTADO, esposa PUTA SAFADA e marido CORNO MANSO

Logo, mas vale cada segundo! Seja você comedor, corno ou esposa!


EXATAMENTE COMO QUERO VER A DOMADORA, PUTA, SUBMISSA e GOZANDO MUITO! E eu? Eu é claro apenas a obedecendo!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Comedor faz esposa se descobrir PUTA e marido MANSO: Parte III (FINAL)

Como eu disse antes, esse conto me fez perceber o quanto queria ser corno. Imaginei e imagino minha esposa até hoje encontrando um comedor que faça exatamente o que esse moleque fez com o Esposa desse corno!
Impossível ser mais corno que isso!
Conto longo, mas vale cada minuto "perdido"...

LEIA TAMBÉM A PARTE I
LEIA TAMBÉM A PARTE II

Nós dois nos encontrávamos na copa. Fred me sentou numa cadeira e me fez chupar seu pau ali mesmo, até ficar duro novamente. Encaixei o pau dele entre meus seios _ era simplesmente demais ver aquele cacete enorme entre meus seios_ e movimentei meus seios para cima e para baixo, fodendo seu cacete com meus peitos. Amparei aquela cabeçorra com a língua toda às vezes que ela surgiu entre meus seios.
Ele me mandou ficar de pé perto e apoiar os cotovelos na mesa, deixando minha bundinha bem arrebitada e desfrutável, e lambeu minha buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo. Quando eu já estava alucinada e completamente molhadinha, ele se levantou e encostou aquela cabeçorra no meu cuzinho. Fiquei assustada, tentei sair, mas ele era muito forte, e eu estava totalmente dominada naquela posição. Era assustador sentir aquele pauzão forçando passagem no meu cuzinho, mas sem poder fazer nada, resolvi ver até onde eu suportaria aquilo. Fred começou a foder meu cuzinho, movimentando bem devagar. Era incrível, mas aos poucos foi entrando. Não parecia que aquilo era o tão temido sexo anal, que eu e meu marido tomávamos tanto cuidado ao praticar. Cheguei a ficar mais relaxada, mas logo que eu tentei acompanhar seu ritmo dando uma reboladinha, percebi o quanto eu estava errada. A sensação foi tão forte que me arrancou um grito. Foi um daqueles: “AAAAAAAHHHHHH!”, que sai entalado, digno de um filme de terror. Descobri também que tinha cometido um erro ao dar meu rabinho para o deliqüentizinho numa posição tão desfrutável como aquela. Fiquei mais uma vez entregue aos caprichos do garoto.
Alex escutou meu grito, e apareceu sorrateiramente na porta do quarto, e o sacana do Fred percebeu que ele nos olhava.
_ Venha aqui cara, tenho algo para te mostrar!!
Quando Alex veio em nossa direção, Fred começou desferir fortes golpes, que castigava sem piedade meu cuzinho, que estava totalmente vulnerável. Tentando amenizar a força das estocadas dele, fui ficando na ponta dos pés, até que eu praticamente subi em cima mesa. Alex parecia assustado em me ver naquela posição, e dando aqueles gemidos roucos e sofridos. Quando cessou o ataque fulminante de Fred, meu marido se aproximou, e visivelmente sem graça me perguntou:
_ Tudo bem amor?
Fred me puxou de cima da mesa e perguntou:
_ Ainda acha que eu sou viado Alex!? _Meu marido não disse nada, só se aproximou mais, e quando viu o pau de Fred cravado no meu cuzinho, ficou olhando com cara de bobo.
Sob o olhar do meu marido, Fred impôs uma deliciosa e perturbadora rotina na transa. Ele ia fazendo um movimento lento de vai e vem, mas às vezes ele dava umas estocadas vigorosas, e só parava quando eu conseguia fugir das investidas dele subindo na mesa. Dando risada, como se aquilo fosse uma brincadeira, Fred me puxava para baixo novamente e iniciava todo processo. Não sei quantas vezes fizemos isso, só sei que levar aquelas estocadas fortes no cuzinho, e só ter o vidro da mesa para se agarrar, foi a experiência mais louca e desesperadora da minha vida. Era uma luta desigual e num momento de puro delírio gemi e gritei como nunca, e meu escândalo foi como um fósforo na gasolina.
Alex que já estava totalmente confundido ficou ainda mais consternado; Fred enlouqueceu de vez. Ele me puxou para o chão, com uma mão levantou uma das minhas pernas, com a outra segurou nos meus cabelos, e continuou a foder meu cuzinho. Enquanto isso, ele insistia em perguntar a Alex: “Ainda acha que eu sou viado?”. Alex praticamente com o rosto entre minha bunda e o corpo do rapaz respondia desesperado: “você não é viado, cara... Olha só o estado que você deixou minha mulher,... Você não é viado...”. Ele também me mandava chamar Alex de corno, mas a única coisa que eu conseguia, era ficar tateando a mesa em busca de algo para agarrar. Gozei com o pau dele entrando profundamente e saindo totalmente do meu cuzinho. Foi o mais longo orgasmo de minha vida, e o ponto sublime da nossa transa. Fiquei dominada por aquele gozo arrasador. Parecia que aquela sensação não tinha fim. Alex tinha se entregado totalmente em seus devaneios e continuava a viajar. Meu marido dizia: “você (Fred) é demais cara. Já virou minha esposa do avesso, gozou no rostinho dela e agora ta arrombando o cuzinho. O que falta mais?”. Vendo Alex daquele jeito, e Fred com aquele sorriso de vitória em deixa-lo naquelas condições, não me contive e disse a Alex:
_ Bem feito pra você, eu falei que esse cara é comedor...Você não acreditou!
Olhei para Fred, e ele estava nas nuvens. Troquei com ele um olhar e um sorriso de cumplicidade, e continuei a satisfazer seu ego.
_ Você é um menino muito mal Fred...muito mal...
_ E o seu marido, o que é? _ Fred olhava dentro dos meus olhos, quase que transmitindo as palavras que ele queria que eu dissesse. Fiz uma expressão como se tivesse de dar o braço a torcer e disse:
_ Corno... _ pude notar a mudança do semblante de Fred, e para colocar mais lenha naquela fogueira de vaidade _ ...Você fez ele de corno.
Segurei o queixo de Alex e disse:
_ O garotão te fez de corno né amor!?
Fred como num ataque de fúria, me fodeu num ritmo totalmente selvagem e insano. Ainda bem que foram poucas as investidas dele, pois logo ele deu um urro e gozou. Quando ele tirou aquele cacete enorme de dentro de mim, senti como se estivesse oca por dentro. Pelo comentário do meu marido imaginei o estrago: “Nossa... olha só como ficou!” Fred deu um verdadeiro banho na minha bunda. Fiquei com minha bunda escorrendo porra por todos os lados. Eu não conseguia ficar em pé, e Alex ao invés de me ajudar, ainda estava em plenos caprichos de sua imaginação. Ele passava a mão na minha bunda espalhando a porra de Fred, que se misturava com meus pelinhos e dizia: “olha só o que você fez com minha mulher”. Tive que dar um grito com ele: “cala a boca Alex, deixa de ser corno e me ajude”, só assim ele acordou e me amparou. Fred começou a rir daquela cena jocosa.
Eu e meu marido fomos para o banheiro, tomamos um banho demorando, e aos poucos fomos voltando a realidade. Nós não falamos nada, mas era evidente que nenhum dos dois acreditava que aquele garoto tinha nos deixado naquela situação.
Já estávamos no carro para ir embora, quando meu sobrinho que tinha acabado de voltar do clube, veio se despedir de mim. Olhei na beira do lago e vi Fred junto com os outros rapazes. Pelos gestos de Fred e pelo clima de comemoração da turma parecia que ele contava sua proeza aos amigos.
No outro dia cedo, fomos embora da cidade. E num clima de ressaca, ainda não falávamos sobre o dia anterior, e parecia que nunca mais íamos tentar qualquer tipo de aventura parecida. Dias depois, passado o arrependimento inicial, eu e Alex demos muita risada dos delírios um do outro. Mesmo assim achamos que passamos um pouco dos limites.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Comedor faz esposa se descobrir PUTA e marido MANSO: Parte II




Como eu disse antes, esse conto me fez perceber o quanto queria ser corno. Imaginei e imagino minha esposa até hoje encontrando um comedor que faça exatamente o que esse moleque fez com o Esposa desse corno!
Impossível ser mais corno que isso!

Conto longo, mas vale cada minuto "perdido"...

LEIA TAMBÉM A PARTE I

Meu marido se jogou no sofá perecendo estar desacordado. Eu lhe perguntei se estava tudo bem, mas Alex ficou calado, só balançou a cabeça. Fred veio até mim e me tirou do lado de Alex. Voltamos a nos beijar, e agora nossas línguas pareciam disputar qual era a mais ávida. Tudo isso com meu marido bem ali do nosso lado. Fred me levou para o sofá e me sentou no colo dele. Eu ainda estava um pouco zonza, mas até meu porre tinha sarado. Meu coração estava a mil. O tesão aumentava cada vez mais, e eu já não sabia como terminaria aquela loucura. Alex então deu uma remexida no sofá. Reagi soltando Fred, que me segurou pelo braço e disse de forma ríspida: “Deixa essa mane de lado”. Fui até meu marido, que ainda parecia desacordado. Então veio a surpresa. Alex me abraçou e começou a me beijar. As coisas se inverteram, agora eu beijava meu marido e Fred olhava. Daí para frente as coisas esquentaram para valer, pois sem aquela atmosfera de estar fazendo algo errado, eu me senti aliviada e mais tranqüilizada.
Meu marido ainda cambaleando ficou de pé e disse para Fred:
_ Vou te dar uma aula de como foder uma gata como a minha.
Alex tirou seu pau e mesmo pensando “que loucura!”, eu avancei. O garoto não disse nada, só ficou olhando. Chupei Alex como nunca tinha chupado antes.
Já sem nenhuma inibição e queimando de tesão, mandei Alex se sentar, coloquei meu biquíni para o lado e sentei no seu delicioso cacete. Minha buceta estava tão molhadinha, que o pau dele entrou todo. Alex deu uma alfinetada em Fred:
_ Fica bonzinho garotão que eu deixo você olhar, e se quiser pode até tocar uma punhetinha.
Aquilo era demais. Comecei a pular em cima de Alex. Ele segurou com força minha bunda para controlar os movimentos, mas eu tirei suas mãos e continuei cavalgando. Pulei com uma doida em cima do meu marido, por mim eu ficava o dia todo naquela posição, mas de tanto ele insistir, fiquei de quatro em cima do sofá. Mesmo assim continuei jogando o corpo contra o pau dele. Naquela posição eu podia encarar Fred e com olhares insinuantes provoca-lo ainda mais. Alex colocou seus dedos na minha boca, e lambendo seus dedos, eu disse para provocar Fred:
_ Gostaria de ter um pau de verdade em minha boca!
Aquilo estava realmente uma loucura e totalmente sem controle, mas minha intenção era só provocar o rapaz, porém Alex sem hesitar disse a Fred, que parecia esperar sua aprovação:
_ Dá para ela o que ela quer garotão,... Ou esta com medo?
Senti meu rosto pulsando quando Fred se aproximou e na frente do meu rosto, enfiou a mão dentro de seu calção, e de lá sacou um belo e enorme cacete, que apontou direto para meu rosto _ existe coisa, mais excitante para uma mulher que ver um cacete apontando para seu rosto?_. Segundo meu marido, ele pensou que eu iria só ameaçar chupa-lo, e tudo ficaria por isso mesmo. Mas isso nem se passou pela minha cabeça. O que fiz foi avançar naquele pauzão como uma predadora avançando na direção da caça. Segurei com as duas mãos aquele cacete gostoso e aveludado. Fiquei até mesmo sem saber por onde começar a saboreá-la. Lambi toda extensão do pau dele. Deslizei minha língua das bolas até a cabeça apreciando cada centímetro daquela maravilha. Nem me lembrei que meu marido estava ali atrás de mim. Só ouvi uma ou duas vezes ele sussurrando meu nome. Meu marido estava paralisado. Ele disse depois, que só conseguia ver minha cabeça se movimentando, e como não acreditou no que estava acontecendo, ele simplesmente parou de me foder para tentar me ver chupar Fred. Eu ainda jogava o meu corpo em direção ao pau do meu marido e chupava o rapaz, mas em determinado momento eu também parei, e só me dediquei a chupar o pau de Fred. Alex segurou-me forte pela cintura e começou a me puxar contra seu pau, numa tentativa de me fazer voltar o movimento. Mas eu estava tão concentrada em Fred, que sem dizer nada, abandonei meu marido. Fui para entre as pernas de Fred que estava sentado no sofá, e continuei a chupa-lo. Só parei quando fui interrompida por Alex, que visivelmente perdido e transtornado me ofereceu seu pau também. Chupei os dois alternadamente, mas estava nítida a minha preferência por Fred, que ganhava chupadas mais longas e fortes. Alex chegou a me segurar pelo cabelo, para que eu dedicasse mais tempo a ele. Eu nem percebi que aquela era uma tentativa desesperada do meu marido para participar da transa, e continuei a dar uma exclusividade ao garoto. Comecei ali uma verdadeira sessão de tortura em Fred. Eu lambia e mordiscava delicadamente o pau do garoto, e depois o sugava com todas as minhas forças em curtos intervalos, só para ver o seu rosto de desespero. Senti-me plena em finalmente dominar aquele garanhão, que ao invés daquele arrogante ar de superioridade, agora tinha uma expressão de subjugação. Meu marido disse que naquele momento ele ficou totalmente tomado por um tesão e por um ciúme arrebatador. Alex praticamente me arrancou de Fred, e me mandou deitar no sofá. Ele ficou perto de minha cabeça e me deu seu pau para que eu o chupasse. Enquanto isso, Fred se posicionou entre minhas pernas. Eu quase desmaiei de tanto tesão ao sentir a presença dele. Com delicadeza ele começou a lamber a minha buceta. Meu marido tinha perdido totalmente a compostura. E parecendo estar completamente fora de si, voltou a provocar Fred:
_ Ta sentindo o gosto do meu pau na bucetinha dela garotão!? _Fred novamente não disse nada, só continuou a me chupar.
O tesão tomava conta de mim. A cada momento, eu parava de chupar meu marido, e ficava só olhando aquele gatinho lindo lambendo minha buceta. De súbito Fred começou a sugar meu clitóris com força. Minha reação foi jogar a cabeça para trás e dar um gemido bem alto, extravasando todo o tesão que eu sentia. Alex ficou com os olhos arregalados em me ver daquele jeito. E se as coisas já tinham fugindo do nosso controle, foi nesse momento que tudo ficou totalmente caótico. Eu já não me agüentava mais, e criei coragem para fazer o que já era inevitável. Levantei-me, e diante da perplexidade dos dois, principalmente do meu marido, empurrei Fred para o sofá. Fiquei de costas para ele, e deixei claro que eu queria cavalgar naquele pau maravilhoso.
_ Vou acabar com você gatinho. Depois de mim você nunca mais será o mesmo!
Depois de duas ou três tentativas, eu consegui encaixar o pau de Fred em minha buceta. Bem devagarinho, eu fui rebolando em cima dele. Rebolei e remexi em cima da pica do rapaz, até que minha buceta o engolisse todo. Alex procurando seu lugar naquela situação ficou em minha frente, para que eu o chupasse, e enquanto eu fodia Fred, eu podia me deliciar com meu marido. A sensação de dominar aqueles dois machos ao mesmo tempo, só não era maior que a de estar sendo rasgada pelo pau do garoto. Ao mesmo tempo em que eu cavalgava em cima de Fred, eu chupava meu marido. Alex aceitava numa boa a minha dominação, mas o rapaz segurando com força minha bunda, me levantava e me fazia descer com força em cima de seu pau. Começamos uma verdadeira guerra, pois ele tentava impor aquele movimento a todo custo, e eu insistia em tirar suas mãos e a rebolar em cima dele, tentando valer minha vontade. Como se não bastasse, no meio dessa loucura, meu marido que mais uma vez perdia minha atenção, pois eu estava mais preocupada em tentar retomar as rédeas da transa do que nele, praticamente me obrigava a chupar seu pau. Lutamos por um bom tempo, mas eu já estava exaurida e aos poucos Fred tomou conta da situação. Meu marido naquela altura dos acontecimentos tinha se transformado definitivamente num mero coadjuvante na cena. Ele só pôde ficar olhando, quando Fred, segurando com as mãos na parte debaixo das minhas coxas, me tirou os pés do chão, abriu totalmente minhas pernas, e me deixando praticamente suspensa por seu pau, começou a me foder. O pau dele estava todo cravado em mim, e com aquilo tudo dentro de minha buceta, a sensação era de estar sendo divida ao meio. Sentindo-me toda arreganhada, eu gemia como uma louca. Aos poucos ele foi aumentando a força, até que literalmente me lançava para cima e me amparava com o seu pau, me fazendo perder de vez o controle. Aquela mistura de medo e tesão foi tomando conta de mim, até que eu entrei em desespero, e como se estivesse num transe hipnótico, comecei a implorar de uma forma quase que infantil para Fred parar. Já Alex estava de boca aberta, e me vendo enlouquecida, e me debatendo de um lado para o outro em cima de outro homem, não sabia se eu realmente queria parar, ou se aquilo eram apenas meus delírios. O garoto continuou inexorável, e sem se importar com minhas suplicas, me lançava para cima como se eu fosse um brinquedo. Meu marido disse que eu subia e descia, como se eu estivesse em cima de um cavalo bravo. Aquela loucura parecia não ter fim e minhas suplicas em cima dele eram inúteis, pois ele só parou quando suas forças se exauriram. Para mim a trégua veio a calhar, pois eu já estava totalmente sem forças e principalmente sem fôlego. Fiquei alguns instantes tentando me recuperar do efeito arrasador que aquela loucura causou em mim. Quando tentei sai de cima, Fred passou os braços em volta de mim, e movimentando vigorosamente os quadris, recomeçou a me foder. Recebendo aquela verdadeira rajada repentina de pica na minha buceta, voltei ao meu estado de delírio. Comecei a gemer continuamente, e meus gemidos também seguiam a mesma cadencia trepidante do movimento. Fred arrancou meu top e libertou meus seios, que já saltaram para fora dançando no ritmo daquele movimento louco. Entrei num alucinante processo de gozo, e o que me restava para extravasar todo meu tesão, era gemer e gritar. Fred que estava em silencio até então, aproveitou para provocar meu marido:
_ Ta calado porque cara? _ Alex me vendo gritando e gozando daquela forma em cima dele, parecia estar em outro mundo _ Não esquenta, fica tocando uma punhetinha, que eu já devolvo sua esposa.
Eu ainda gemia e me contorcia em cima de Fred, quando num movimento de destreza, sem tirar seu pau da minha xoxotinha, ele me segurou na posição de “carregar noiva”, e ficou olhando dentro dos meus olhos com um sorriso bem sacana. Alex vendo aquela cena, propôs uma pausa. Eu também achei que aquela era uma boa hora para retomarmos o controle da situação, e ia sugerir que Fred me deixasse tomar um fôlego, mas antes que eu pudesse concluir ele me jogou para o lado. Do jeito que eu cai no sofá, fiquei, pois estava toda mole e sem forças. Enquanto Fred me penetrava na posição que eu me encontrava, de ladinho, Alex, quase que invocando seu direito de marido, pedia para ele lhe ceder o lugar. Fred concordou, mas antes deu-me uma serie de estocadas, que me arrancaram gritos. Meu marido deitou do meu lado, todo tremulo. Quando ele me penetrou, seu pau entrou com facilidade, devido ao “estrago” que o pau do garoto tinha feito em mim. Meu coração parecia que iria saltar pela boca. Fred ficou de pé nos olhando, eu não conseguia parar de contemplar aquele corpo musculoso, todo coberto de suor, e principalmente, aquele pau ereto e imponente que apontava para mim. Ele nos olhava de forma depravada, parecia estar se recuperando e tramando algo ao mesmo tempo. Até meu marido sentiu minha reação, quando o rapaz veio em nossa direção com aquele seu jeito de moleque que vai fazer uma travessura.
Fred ficou bem perto de minha cabeça. Fiquei olhando aquele cacetão reluzente de baixo para cima, e tentando descobrir o que aquela cabecinha suja tramava para mim. Eu nunca estive tão submissa na minha vida. Olhei para o rosto dele, enquanto tinha minha boca invadida novamente por seu pau. Ele parecia estar cheio de más intenções. Meu marido não dizia nada, só ficava com seu rosto junto ao meu, e com uma respiração ofegante às vezes sussurrava: “Acho que ele vai gozar no seu rosto!”.
Fred com os dentes cerrados segurou minha cabeça e começou a forçar-me a fazer um movimento de vai-e-vem com o pau dele quase todo na minha boca. Tive que me esforçar para não engasgar. Ele me segurando pelos cabelos, começou a surrar meu rosto com seu pauzão. Era como se alguém me batesse com um braço no rosto. Cheguei a ficar com medo, pois ele estava cada vez mais agressivo.
_ Coloque sua lingüa para fora! _ ordenou ele.
Obedeci, e com os olhos fechados, continuei levando uma surra de pica. Eu podia sentir o peso do pau dele batendo em minha língua.
O que aconteceu a seguir foi simplesmente demais. Meu maridinho gozou, gemendo bem perto do meu ouvido e nesse mesmo momento, Fred disse:
_ Vai ser no sua cara. Vou encher sua cara de porra!!
Ajeitei-me no sofá, pois queria o melhor ângulo para receber a porra dele. Realmente foi um final apoteótico para nossa transa. Um jacto de porra veio em minha direção como um chicote e açoitou meu rosto de um lado a outro. A seguir outros atingiram meu rosto varias vezes e em todas direções. Tive que fechar os olhos, mas eu podia sentir os riscos e pingos quentes de porra por todo meu rosto. Ficamos os três sem ao menos nos mexer, até que cessou definitivamente o bombardeio em meu rosto.
Alex respirava ofegante no meu ouvido; eu admirava aquele pau delicioso latejando em minha frente; e Fred com olhos fechados tinha um ar de satisfação plena. Exauridos, curtimos os três aquele momento. Vendo os dois satisfeitos, me senti no meu momento de glória. Peguei a camisa de Alex para limpar meu rosto e Fred disse, olhando para nós dois com um sorriso mordaz:
_ Puxa! ...Olhe só para vocês...foi mal!... _ por um momento achei que ele estava fazendo tipo, mas Fred dando risada continuou: _...Dá uma olhada no rosto do seu marido. _ olhei para Alex e só então entendi o motivo das chacotas de Fred.
Nem eu, nem Alex tínhamos percebido, mas como ele estava com o rosto do lado meu, quando Fred gozou, tinha levado uma bela de uma esguichada de porra em seu rosto também. Não agüentei em ver meu marido, todo confuso, com um sorriso sem graça e com porra escorrendo pelo rosto dizendo: “Que foi... Que foi?!”. Limpei o seu rosto, antes dele sair em disparada para o banheiro, mas não me contive em rir. Fred também dava risada, deixando evidente que ele tinha feito aquilo por traquinagem.
Fiquei conversando com ele por um tempo na sala. Eu parecia uma boba, pois só conseguia exaltar a virilidade e a potencia de Fred. Resolvi ir a até o banheiro para dar uma olhada em Alex, e saindo da sala comentei: “nossa de pensar que Alex te chamou de viado”. Fred veio atrás de mim, me pegou pelo braço e perguntou:
_ Então ele disse isso!? _mais uma vez ele me olhou com cara de quem vai aprontar.

continua...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Comedor faz esposa se descobrir PUTA e marido MANSO: Parte I




Esse conto me fez perceber o quanto queria ser corno. Imaginei e imagino minha esposa até hoje encontrando um comedor que faça exatamente o que esse moleque fez com o Esposa desse corno!
Impossível ser mais corno que isso!
Conto longo, mas vale cada minuto "perdido"...

O Conto abaixo é de autoria de: Claudia
Meu nome é Cláudia, tenho 31 anos, e sou casada há sete. Meu marido se chama Alex e tem 32. Nós dois somos formados em Educação Física e somos donos de uma academia de ginástica. Ele cuida da parte administrativa, e eu dou aulas junto com outros instrutores. Obviamente me esforço muito para manter meu corpo devido a minha profissão, mas também porque adoro me sentir gostosa e atraente, e por isso sou muito vaidosa e rigorosa comigo mesma. A única coisa artificial em mim é o tom dos meus cabelos, um louro amanteigado. Fora o buttery blond, o meu biótipo curvilíneo é totalmente natural: busto médio (94cm), quadris largos (100cm), estilo “cintura de vespa” (57cm).
Eu e meu marido adoramos sexo. Foi ele que me apresentou a esse mundo maravilhoso do prazer. Alex sempre foi um amante excepcional. Ele descobriu minha tendência ao exibicionismo e me incentivou a explora-la. Foi numa brincadeira num posto de gasolina. Aquelas coisas de deixar a calcinha aparecendo para o frentista, e fingir que não percebeu o intrometido. O que era brincadeira foi virando rotina no nosso relacionamento. A partir daí criamos um jogo de provocação, onde só eu e Alex podia jogar. Os “escolhidos” eram simples espectadores.
Era um jogo bem simples e extremamente excitante. Nós dois saiamos, geralmente à noite, como dois caçadores. Escolhíamos o lugar e nossas “vitimas”. Estudávamos todas as possibilidades e limitações da ocasião, e só então partíamos para o ataque. Com a nossa presa sob nosso jugo, e já satisfeitos com o resultado de nossa caça, eu e Alex saíamos do local com a mesma rapidez que abordávamos a “vitima”, e deixávamos o coitado “a ver navios”. Nossa noite sempre terminava com uma transa incrível.
Esse jogo era também perigoso, pois o grande prazer era sempre avançar um pouco mais, e chegar cada vez mais perto de nosso limite. Por isso as regras eram bem definidas. O cuidado que tínhamos em escolhermos o lugar e a hora para essas nossas loucuras, era uma das principais. Também tomávamos o cuidado para não perdemos o controle da situação, e nunca deixávamos ninguém ultrapassar nossos limites. Quem quisesse entrar no nosso jogo, teria que jogar com nossas regras.
Foi assim que conduzimos nosso relacionamento durante muito tempo, mas nas nossas ultimas férias de verão, vivemos uma aventura bem diferente de tudo que nós tínhamos vivido até então, e que colocou uma nova ordem no nosso relacionamento.
Todo ano passamos uma parte de nossas férias na casa de meus pais. Essa nossa temporada na casa deles é sempre muito esperada durante o ano inteiro, pois apesar deles morarem numa cidade pequena, sem muito que fazer, meu pai tem uma pequena chácara na beira de um lago formado por uma represa, onde eu e Alex passamos a maior parte do tempo quando estamos na cidade. O lugar é um verdadeiro paraíso do sossego. As outras chácaras são bem distantes uma das outras, e dá para ficar bem à vontade.
Como iríamos ficar apenas quatro dias na cidade, combinamos de ir para o lago todos os dias. Mas as coisas não saíram como nós planejamos. Já no primeiro dia, meus pais tiveram a idéia de fazer um churrasco. Era para ser um programa chato, mas quando meu sobrinho e seus amigos chegaram, eu vi que nem tudo estava perdido. Entre os amigos de Junior, todos eles na faixa dos 18 anos e 19 anos, um se destacava de longe. O rapaz, em pleno gozo de sua juventude, era a encarnação viva de um deus grego. Era alto e forte. Tinha um belo físico e um rosto perfeito. Seus cabelos eram longos, e como ele estava com uma camiseta branca sem manga, dava para ver seus braços fortes, cheios de tatuagens. Tive a impressão de conhecê-lo, mas pensei ser algum novo amigo do meu sobrinho. Alguém então o chamou pelo nome. Eu não acreditei que aquele era Fred, um amigo de infância do Junior, que eu não via há muito tempo. Apesar de não o ter reconhecido, de tanto tempo que eu não o via, eu conhecia muito bem a fama dele, que não era das melhores. Brigas, pegas de carro, eram infrações que não cabiam mais em seu currículo. Ele também tinha fama de “pegador”, e rolava uma história na cidade _ já viram como é cidade pequena _ que uma conhecida minha tinha se separado do marido por causa dele. No inicio eu não entendi o que levou uma mulher, com a minha mesma idade, com um casamento instável, largar tudo por uma aventura com um garoto. Depois que vi Fred, percebi porque minha amiga não tinha resistido a tentação.
Eu já tinha contado a Alex essa história de minha amiga, e mostrei a ele o protagonista da história. A primeira vez, meu marido não pareceu ter dado muita importância a essa história, mas ele agora perguntava todos os detalhes. Percebi uma pequena sombra de inveja em Alex, então contei tudo e ainda aumentei um pouco por conta. Ele concluiu nossa conversa demonstrando o que sentia: “Garanhão!? Com esse jeitinho de bicha?”. Achei melhor não levar a conversa à diante. Até mesmo porque, Alex já tinha bebido, estava um pouco alto, e a situação não era própria.
Na mesa eu não resisti em ver aquele objeto do desejo tão próximo, e resolvi pelo menos me divertir um pouco. A primeira coisa que fiz, foi na primeira oportunidade me abaixar e deixar meus seios aparecendo para nosso vizinho de mesa. Minha intenção era fazer parecer que ele tinha cometido uma indiscrição e tinha visto o que não devia. Esse ardil é infalível, os homens adoram ver algo que não podiam ter visto. Algo que é de outro homem e estava escondido. Vi que ele ficou atiçado como deveria ter ficado, mas fingi que não percebi o bisbilhoteiro.
Depois de mais algumas trocas de olhares, mostrei minha aliança disfarçadamente e me apresentei como um fruto proibido _ os homens adoram o proibido _. Enquanto ele fazia sua pose de caçador, e me olhava impudentemente, eu fazia aquela cara de mulher com medo de ser flagrada pelo marido _ algum homem resisti a isso? _. Minha tática de deixa-lo ansioso a ponto de querer me ter a qualquer preço, estava dando certo, e de onde eu estava podia sentir sua excitação. Ele passou o resto da tarde me olhando com aquela carinha de menino pidão, mas não dei mais bola para ele. Achei o máximo ele me olhando com aquela carinha de frustração.
À noite contei a Alex o que eu tinha feito. Alex riu e tivemos uma transa arrasadora no silencio da casa dos meus pais. E que transa. Quando eu e Alex transamos, eu sempre gosto de ficar por cima e controlar a transa, mas naquela noite meu marido ficou surpreso. Eu nunca estive tão dominadora e agressiva como naquela ocasião.
No ultimo dia nosso na cidade, fomos cedo para a chácara, já que naquele dia teríamos a casa só para nós dois. Coloquei um shortinho jeans, bem “surrado”, estrategicamente desfiado, que deixava parte de minha bunda a mostra, e um top branco, feito de crochê. Alex tinha me pedido para que eu descolorisse meus pêlos do corpo, e como eu tenho muitos, principalmente, nas coxas, bunda e na parte inferior das costas, e também estava bem bronzeada, meus pelinhos dourados podiam ser vistos de longe. Alex estava todo excitado e me prometia uma tarde inesquecível.
Na parte da manhã curtimos bastante o sossego e a paz do local. Depois fomos de jet-ski a um clube que fica do outro lado do lago, onde ficamos até o inicio da tarde. Quando voltávamos, ao nos aproximarmos da casa, vimos uma movimentação de várias pessoas na varanda. Achamos aquilo estranho, pois naquele dia esperávamos ter a casa só para nós dois. À medida que aproximávamos, a musica ia ficando cada vez mais alta, e a algazarra já se ouvia de longe.
Na frente da casa estava parado um carro e um pick-up. Era o Junior com mais três rapazes, e quatro garotas. Era o fim do sossego e das nossas férias também. Eles faziam a maior bagunça. Ao redor deles estava cheia de latas de cerveja vazias. A única coisa boa foi quando percebi que um dos rapazes era Fred, e mais uma vez nem tudo estava perdido.
Negociei com meu sobrinho, para que ele fosse para a beira do lago e nos deixasse com a casa. Da varanda dava para vê-los perfeitamente, já que a casa não fica muito longe da beira da água, e é num ponto alto. Ficamos sentados olhando eles se divertindo. Os rapazes pareciam disputar quem chamava mais à atenção das garotas. Eles se exibiam para elas com brincadeiras bobas, típicas da idade. Foi Alex que começou a falar em Fred. Não dei muita bola para a conversa dele, mas meu marido, com um certo ar de recalque, insistia em falar mal do rapaz, principalmente em dizer que ele tinha um jeitinho de bicha.
Meio a uma bagunça provocada por uma visível embriaguez, os rapazes vieram em direção a casa e foram para a sala. Eu e meu marido continuamos na varanda, mas como uma grande porta de vidro que liga a sala à varanda estava aberta, ficamos praticamente todos juntos. Pela cara de Alex eu sabia que ele tramava algo. Com a desculpa de estar à procura de uma cerveja, ele foi para junto deles. Meu marido tomou umas cervejas com eles, conversou com todos, menos com Fred que só o olhava com seu ar de superioridade.
Alex então começou a conversar com a garota que estava com Fred, e enquanto isso, o garoto sem dizer nada, se sentou no sofá e ficou sozinho.
Achei uma infantilidade aquilo que Alex estava fazendo, mas eu não ia ficar dando uma de tia chata e acabei indo me juntar a eles.
Entre uma cerveja e outra, todos ficaram bêbados. Inclusive eu que sou meio fraca para beber. Fiquei conversando com os outros dois rapazes e com as garotas, enquanto Fred permanecia sozinho, me olhando com seu ar de boçal. Evitei o máximo em olhar para ele, mas no auge da nossa festinha, eu e as garotas começamos a dançar, para o deleite dos rapazes, e era praticamente impossível não olhar para aquele gato, que não tirava seus olhos de cobiça de cima de mim.
Na nossa roda apareceu um cigarro de maconha. Eu nunca tinha experimentado, mas Alex não se fez de rogado e começou a fumar junto com a garota que conversava com ele. Todos ficaram chapados e bêbados. Eu não experimentei, mas estava bêbada e minha cabeça girava um pouco com aquela musica alta e com aquela fumaça toda. Eu continuava a tentar desviar meu olhar de Fred, mas não conseguia, principalmente .quando Alex foi para a varanda junto com a garota. Mas ainda me restava um pouco de lucidez. O fato de meu sobrinho estar por ali me inibia um pouco. Só quando ele foi de jet-ski, com a namorada, para o clube do outro lado da represa, que eu fiquei mais à vontade, e troquei olhares insinuantes com ele. Fred aproveitando o momento, fez um sinal me chamando para perto dele. Fiquei por um instante sem saber o que fazer, mas uma estranha força me colocou em direção a ele. Ele fez sinal para que eu sentasse do seu lado, mas permaneci em pé, e só me inclinei para escutar o que ele queria me dizer. O marginalzinho sem dizer nada colocou o cigarro em minha boca. Puxei um pouco, e vendo aquele rosto lindo de tão perto eu não resisti. Apoiei-me em suas coxas grossas e fiquei inclinada em cima dele, deixando praticamente meus seios em seu rosto. Fiquei dançando naquela posição olhando bem no fundo de seus olhos. Fred só se mexeu para levar o “cigarro” em minha boca novamente. Fiquei alucinada, tudo parecia estar em câmara lenta. Fred me pediu que tirasse o short como se me desafiasse. Eu aceitei o desafio. Tirei meu short, e só de biquíni, voltei a me inclinar em cima dele. O rapaz correspondeu com um sorriso maroto, e olhou por trás de mim. Olhei para trás e vi os outros dois rapazes se deliciando com a visão de minha bunda, enquanto suas garotas dançavam. Entendi que o safado tinha feito aquilo com aquele propósito, e sussurrei no ouvido dele: “Quer parar de me exibir para seus amiguinhos, Eu tenho dono”. Sob o olhar perplexo do pessoal que estava na sala eu sentei no colo de Fred. Quase enlouqueci ao sentir o volume de seu pau. Segurei meus cabelos para cima para que ele me beijasse e mordesse a vontade meu pescoço. Vi quando ele sorrateiramente fez sinal para seus amigos, e estes saíram com suas garotas em direção à porta, dizendo que também iam para o clube. Meu coração gelou em ficar sozinha com Fred. Minha reação foi me levantar e me afastar dele. Fiquei pensando se não tinha ido longe demais e se não seria uma boa hora para parar com aquela loucura. Pensava também numa desculpa para sair fora daquela situação. Donde eu estava, eu vi um dos amigos de Fred, antes de sair, dar uma tapinha no seu ombro e dizer:
_ Vai lá garanhão...Faz essa por mim! Deixa que eu cuido do corno! _o outro, de forma mais agressiva, completou _ Detona malandro, mas detona legal, que essa vai para história!!
Uma das garotas comentou: “coitado do cara _ no caso, meu marido _ nem sabe o que esta acontecendo!”. Fingi que não tinha ouvido, mas aquele clima de traição que estava rolando, e o fato de Alex estar com aquela garota, além de me deixar confusa, me dava medo.
Os rapazes convenceram Alex a ir com eles para o clube. Quando todos estavam na beira do lago, já entrando no barco, Fred veio em minha direção. Eu tinha que tomar uma decisão naqueles poucos segundos, mas deixei me envolver. Sem nenhuma resistência da minha parte, ele me agarrou. Suas mãos me seguraram com força. Olhando nos olhos deles, beijei de leve sua boca. Ele invadiu minha boca com sua língua atrevida. Eu bem que tentei, mas não pude resistir e trocamos um ardente beijo. Ele puxou meu biquíni para cima enfiando-o ainda mais na minha bunda. Olhei para o lado e quase morri de susto. Alex cambaleando voltava para sala. Tirei as mãos de Fred que disse: “Dispensa logo esse corno, porra!”. Os dois amigos de Fred que sabiam o que estava rolando, nos olhavam de dentro do barco como se esperassem a reação de Alex, mas vendo ele entrando sem reação nenhuma, saíram em direção ao clube dando gargalhadas e gritando alguma coisa para Alex.

Continua...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Video para inspirar minha Domadora

Um video para deixar minha Domadora com água na boca...


Quem sabe ela não acaba tendo mais uma maravilhosa idéia e me coloca mais um chifre delicioso!?!?

terça-feira, 7 de junho de 2011

Fantasias da Domadora de Corno





Meus leitores morrem de curiosidade sobre minhas fantasias.

Vou revelar aqui alguns de meus desejos secretos e minhas artes picantes.

E claro, vou relatar uma trepada deliciosa dei.











Mulher de corno que se preze deve ter como atributo primordial a criatividade. Sim, muuuuita criatividade, além de ousadia, é claro. Há sempre que inventar mil e uma formas novas para manter seu corno em alta temperatura de tesão.
Então sou ousada, debochada, e busco sempre um jeito novo para esculachar meu corno e, claro, sempre com requinte. Afinal, o requinte é o tempero perfeito para uma putaria de alto nível, sem deixar cair na vulgaridade.
Entrei no cio naquele dia, e quando isso acontece, meus miolos criativos se aguçam, e "coitadinho" do meu corno, ele é sempre a primeira vítima de meus caprichos. Tortura psicológica é minha arma preferida. Decidi que ele precisava de algo que lhe desse vergonha, e que o obrigasse a fazer algo que nunca tinha feito antes e só depois ele poderia ter o que ele queria: o seu prazer.
Peguei meu corno de surpresa, em meio a um dia cheio de tarefas (dia que escolhi a dedo, é claro). De repente apareci na frente dele vestida de domme, com salto de metal, e bem provocante. Ele logo deu um sorriso malicioso e tentou me tocar nas coxas e bunda... mas não deixei. Peguei ele com  firmeza pelos cabelos e trouxe os ouvidos dele até minha boca e disse bem baixinho e firme:
- Arruma já um macho pra me comer. Você tem no máximo 20 minutos! Se não conseguir, vai ficar um mês sem sexo e com cinto de castidade para garantir que nem uma punhetinha você consiga dar durante um mês inteiro.
O pau dele ficou duro instantaneamente. Ai eu disse a ele:
- Não pode ser ninguém que você conheça, nem que eu conheça, nem que já tenhamos tido algum papo mesmo que virtual. Um estranho completo. E mais, você não pode pagar,  garoto de programa não vale.
E se eu não gostar do cara, você vai ficar um mês com cinto de castidade. Então trate de selecionar um macho que eu curta.
Detalhe: o corno iria me levar vendada para o motel, servir de motorista, colocar o macho no nosso carro, para ir comigo no banco de trás me chupando até chegarmos no motel. Ele deveria se comportar a todo tempo como apenas um serviçal motorista, e só poderia entrar no quarto SE eu deixasse, e QUANDO eu autorizasse. Afinal, empregado de madame só cumpre ordens, e é isso que o corno seria naquele dia um mero "empregado de madame".

Hummm... que de-lí-cia!!!  Foram os 20 minutos de espera mais excitantes da minha vida. Meu tesão subiu na estratosfera só de imaginar o que iria rolar naquela noite. E, de minuto em minuto eu chegava nele para fazer pressão, dava-lhe umas chicotadinhas e perguntava: já arrumou? Ele dizia "não", e então descia-lhe o chicote mais forte.
- Mas calma... os caras ficam com medo de embarcar numa fantasia louca dessas, assim de repente e tão rápido, me dá mais um tempo... - dizia o corno e eu respondia firme e seco:
- Não. Te vira. É problema teu, não meu.

O corno dizia que, para ele, procurar homem para sexo era o ponto mais difícil. "Vou chamar um homem pra fazer sexo... que coisa louca! Nunca fiz isso". E era exatamente isso que eu queria, que ele passasse vergonha e ele mesmo ter de pedir a um homem que venha comer sua mulher, ou melhor, a sua mulher que é a sua madame e patroa desse reles serviçal.
E quem é cuckold bem sabe... quanto mais é submetido à vergonha, mais tesão os cornos ficam. 

O corno conseguiu cumprir sua tarefa, embora com 10 minutos de atraso, mas fui uma rainha generosa e deixei passar, porém... ai dele se eu não gostasse do cara!!!
Não dei mole nem pro fodedor. O comedor tinha barba, ai eu disse que só o aceitaria se ele fizesse a barba e bem feita, com rostinho lizinho igual bundinha de bebê, senão nada feito. A barba feita não poderia me arranhar nem de leve... E lá foi o corno a tentar convencer o cara a tirar a barba.
O fodedor acabou topando e cumpriu sua tarefa. Tirou a barba que cultivava há anos.

Sai de casa vendada, no banco de trás do carro, só em trajes íntimos dignos de uma domme. O corno foi de motorista de madame, parou no local marcado, e o fodedor entrou no banco de tras do carro para se deliciar com o seu prêmio da noite (euzinha!).
Foi uma delicia... sem poder ver nada, comecei a conhecer o corpo do macho inteirinho só com as mãos. Enquanto o corno dirigia até o motel, e só podia ouvir estalos de beijos, chupadas, gemidos que eu e o fodedor trocávamos em alta temperatura e furor no banco de trás.

A experiência foi eletrizante e indescritível. Meu tesão foi muito mais alto do que de costume. Senti-me uma perfeita fêmea, entregue totalmente a meus instintos, sem pudores, sem nenhuma barreira. Naqueles momentos eu era tão-somente uma fêmea no cio sentindo prazer, dando prazer, buscando prazer.
O fodedor foi deliciosamente ótimo em tudo. Desde seu comportamento elegante, até nos detalhes mais sórdidos de prazer.
Quando tudo terminou, tirei a venda dos olhos, e pude ver que rapaz lindo e gostoso estava lá na cama comigo. Ele estava em êxtase por ter participado de uma fantasia tão inusitada, num dia em que ele menos esperava. Não aguentei segurar e começamos tudo de novo.
O corno reclamou dizendo que o combinado era eu não tirar a venda em momento algum.
Olhei firme para o corno e disse:
- Xiu! Aqui é você quem obedece, corno! Vá lustrar a lataria do carro que eu quero ela brilhando para quando eu decidir sair daqui.
Enquanto dizia isso, estava eu nuazinha, em pé, rebolando com a bunda na pica do macho, que me abraçava por trás e mordiscava minha nuca, preparando para recomeçar aquela trepada inesquecível.

Isso deixou meu corno de pau duríssimo, com combustível sexual inesgotável para mais de 20 dias seguidos!
Cada vez que ele me via, ele lembrava daquela noite e seu tesão já subia a mil.




quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O fetiche do CUCKOLD (Parte 2) - O varão-comedor

 (Veja outras partes deste artigo)

 A fantasia do CUCKOLD se concretiza com dois outros personagens: a esposa ou namorada infiel e o varão-comedor. E é desse macho delicioso e FODEroso que vou falar neste post.


(Aiii, escrever sobre o varão comedor a essa hora da noite!... humm me dá calafrios de furor! Mas vamos lá)

Muita gente pensa que qualquer homem pode entrar nessa fantasia a três, mas se engana.
Muito embora o cuckold possa se excitar muito só em saber ou ver sua esposa transando com outro, não é qualquer homem que se encaixa direito nessa fantasia.

O cuckold autêntico, dentro do universo de seus desejos, super-valoriza sua mulher. Ela é a fonte de seus desejos. Seu prazer está intimamente ligado ao prazer que ela sente; assim, quanto maior for o prazer que a esposa sente, mais excitado ele fica. Ele quer ver sua fêmea chegando ao puro delírio, perder a noção de tudo na mão e na pica de um macho.

Por isso o corno se sente insufuciente para lhe oferecer esse máximo de prazer. E realmente ele é insuficiente. Afinal, o corpo de uma mulher é potencialmente muito mais preparado para o sexo do que o do homem; ela consegue atingir orgasmos múltiplos e permanecer nas alturas por muito tempo; e o homem não, ele goza e tem uma queda brusca de energia, levando um certo tempo para se recuperar.

Já a mulher, quando o homem goza, se vier outro, ela continua nas alturas e seu prazer se prolonga. Este é o "x" da questão da fantasia do cuckold, ele quer que sua mulher ultrapasse todos os seus limites de prazer. Dai advindo o requisito número um do comedor de esposas: saber proporcionar muito prazer a essa mulher.

Cara, se você tem ejaculação precoce ou se teu pau demora pra ficar duro, desista de comer esposas! Vá procurar as menininhas de 20 aninhos até ganhar experiência e quem sabe um dia você consegue virar um verdadeiro macho.

As casadas querem PRAZER e ponto final. E os maridos-cornos não vão lhe dar passe-livre até você comprovar competência na dureza e no rala-e-rola. Passe a estudar os filmes pornôs. Sim, ESTUDAR, não é pra ficar na punha não! Isso é coisa de adolescente. Estude os bons pornôs nos mínimos detalhes e arrume uma recém-ex-virgem para praticar.

Aprenda com o Alexandre Frota como se chupa uma buceta. Ele chupa os lábios dela, dá mordiscadas sem doer, mete a língua sem dó.- Hummm se a minha buça cai na boca do Frota, os chifrinhos do meu corno crescem dez metros!!!

O varão-comedor não precisa ser um deus-grego, um modelo de beleza, jovialidade e músculos. Mas tem que ter pegada, muita pegada! Saber como mecher com as fantasias dessa mulher para levá-la ao delírio.

O varão-comedor consegue domar aquela super-fêmea poderosa e fazê-la se render a todos os seus caprichos e desejos, como o corninho jamais faria. Ele pode coisas que a fêmea não permite ao maridinho-corno. Ele a fode em locais inusitados, onde o corninho jamais imaginou levá-la para transar. Ele não tem um pau, muito menos um pauzinho como o do corninho, ele tem um VARÃO rachando de duro e de tesão pela super-fêmea e não tem qualquer cerimônia em meter sua pica onde quer que ele queira! A fêmea na sua pica não geme, ela grita de tesão para quarteirões ouvirem, ela perde a noção de onde está e se entrega ao delirante prazer.

Enquanto ela tem orgasmos múltiplos, o varão-comedor olha na cara do corno e fala "vê se aprende como se deve foder sua mulher! É assim com esse varão duro e não com teu pintinho sem graça! Olha como ela gosta da minha vara, seu corno!", e manda a mulher chamar o marido de corno e gritar que está gostando de ser fodida por ele.

É isso que faz dele um varão-comedor! E dela uma mulher completamente saciada. E do corno, um homem mais realizado ainda, que consegue chegar a níveis mais altos de tesão e prazer que os homens não-cornos nunca atingiram. Quiçá, nem mesmo o varão-comedor autêntico chega perto do prazer que tem um bom corno.

Este artigo continua nos próximos posts. Logo mais. Aguardem!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O fetiche do CUCKOLD - Uma fantasia a 3 (Parte 1)

Muita gente ainda não conhece o termo CUCKOLD. Outros têm essa fantasia em segredo consigo mesmo, e nem sabem que isso é um fetiche de muitos homens e mulheres.
Saiba mais sobre isso, descubra qual a sua personagem nessa fantasia a três, liberte-se de suas amarras e curta o prazer de ter um super tesão!

O termo CUCKOLD vem do inglês cuckoo, que é uma referência ao pássaro cuco, a mesma ave que inspirou o relógio cuco, pois o macho dessa espécie abriga em seu ninho uma fêmea promíscua.
Então, a partir de hoje quando você ver um relógio cuco, lembre que é a fêmea de hora em hora saindo fora do ninho para chamar os machos - "Cucooo!". Machos, maridos e fêmeas curtindo junto o prazer do seu cio, rsss.

Curiosidades etimógicas da palavra à parte, a verdade é que a cornitude, ou melhor dizendo, a virtude de ser corno é um fetiche sexual como qualquer outro fetiche. Neste caso, o cuckold tem um tesão elevado a altos níveis cada vez que sabe ou vê que sua mulher esteve ou está fudendo com outros machos.

O cuckold se diferencia do voyeur típico, porque o voyeur tem seu tesão elevado quando ele vê qualquer pessoa fazendo sexo. Já o cuckold, não é qualquer pessoa que ele quer ver;o seu tesão é em ver sua namorada ou esposa sendo comida e tendo prazer com outro. A sua mulher sentindo prazer sexual é o seu objeto de fetiche, a mulher do cuckold é a sua fêmea-rainha, é a sua fonte de prazer.

É um fetiche delicioso que envolve, além do corno,  outros dois personagens: a esposa ou namorada infiel e o varão comedor da mulher do outro. Sem um desses três personagens essa fantasia não se completa.

É muito raro de se encontrar uma mulher cuckold, mas há. Porém, esse fetiche é muito comum nos homens. É grande o número de homens que sente um imenso tesão só em imaginar sua mulher sendo comida por outro; acontece que a maioria desses homens costuma esconder esse desejo a sete-chaves (cornos-burros), outros chegam até reprimí-lo com certa violência e acabam até batendo nas esposas, quando em realidade querem esconder de si mesmos que tiveram tesão diante da hipótese de uma traição (cornos-enrustidos). Em verdade, esses homens não conseguem romper com os ditames sócio-culturais com que foram criados e acabam não conseguindo lidar bem com seus desejos secretos.

Os cuckolds costumam me dizer: é muito mais fácil um gay assumir em sociedade sua preferência homossexual do que um cuckold assumir perante amigos e família que gosta de ser corneado. A traição é tão antiga quanto a espécie humana, porém, vivemos numa sociedade hipócrita, com a hipocrisia tão antiga e cristalizada quanto a idade da espécie humana.

Entretanto, em algumas culturas a prática cuckold é tida como normal. Os esquimós, por exemplo, têm por costume oferecer sua esposa para transar com o viajante que se hospeda em seu iglu. Infelizmente na nossa cultura ocidental-cristã uma mulher infiel leva a pecha de prostituta e o corno, quando manso, é mais apedrejado que a adúltera. Pura hipocrisia social!

Que tal, romper os com os padrões sociais e assumir a faceta de um desses três personagens: que você gosta mesmo de ver sua mulher com outro macho; ou que você adora dar para outros homens; ou que você delira cada vez que come a mulher do outro na frente dele!??!!
A vida é simples! Precisamos descomplicar a vida, nos libertarmos de preconceitos, e bucarmos a realização de nossos desejos! É possível ser feliz. É bem simples assim: é só saber dizer "sim", é só saber dizer "não".


Voltarei em outros posts a falar mais sobre o perfil de cada um dos 3 personagens que envolve a fantasia dos cuckolds. E você verá em qual desses três perfis você e sua fantasia se encaixam melhor. Acompanhem o blog e aguardem!

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